Esta campanha eleitoral  valeu pelos 15 minutos e 30 segundos do jornalismo perfeito,  aquele que eu queria fazer quando entrei na faculdade de comunicação. Esta foi a fórmula do Jornal Nacional para as entrevistas com os candidatos à Presidência da República, com perguntas diretas que desconcertaram e incomodaram os políticos. A classe mais imaculada e intocável do nosso país.

Foi assim com Aécio Neves, Eduardo Campos,  Dilma Rousseff, Pastor Everaldo e Marina Silva. Todos passaram pela bancada do telejornal e onde temas que incomodam  estes candidatos foram tratados. Nas entrevistas que foram ao ar ficou nítido como os nossos “políticos” ficaram  incomodados e até sem respostas  para alguns temas:  Aécio e o aeroporto construído em terras de sua família, Campos e a indicação da sua mãe para TCU e Dilma e a corrupção e o mensalão, Pastor Everaldo e a venda da linha ideologia do seu partido e Marina Silva  que fala do novo mas responde e age como políticos velhos.

Pois há tempos não via a expressão pura do jornalismo, na entrevistas, estes 15 minutos do jornalismo perfeito, mostraram as perguntas que a população sempre teve vontade de fazer aos seus gestores e políticos.

Mesmo constrangidos e visivelmente desconfortados com a situação, os candidatos deram suas respostas aos jornalistas William Bonner e Patrícia Poeta. Isso foi o que valeu até agora nesta campanha presidencial, pena que o jornalismo perfeito só durou 15 minutos e 30 segundos, mas pelo menos valeu.

 

 

 

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