A charge do Izânio retrata bem o momento.  “A rasteira de João Henrique no casamento de Wellington Dias e Themístocles Filho”. O fato marca o início de uma guerra no PMDB. Neste momento, João Henrique deu um golpe de mestre no PMDB local, ou seja, como se diz no futebol está jogando com regulamento. Ele foi a Brasília e dedurou o que o PMDB do Piauí fez: que a quase totalidade dos deputados estaduais e o federal do partido estão dentro do Governo de Wellington Dias do PT e querem montar um palanque conjunto em 2018. Ao entregar seus colegas de partido, ele provocou a reação da executiva nacional do partido que deve proibir as composições com o PT e o PC do B em todo o País.

Mas como toda ação provoca uma reação, o PMDB da Assembleia Legislativa reagiu e foi bem na ferida de João Henrique, falando da sua falta de força política no Estado. Abrindo uma nova crise no PMDB.  O fraco desempenho político de  João Henrique  foi o argumento dos peemedebistas querem  a aliança com o PT. Como afirmou o deputado Estadual João Mádison.  Em todas as entrevistas que concedeu nesta quarta feira o deputado estadual  disse que ações do ex-ministro João Henrique são ” conversa fiada”, que nenhum dos prefeitos peemedebistas votam nele.  Ele frisou que a ida da comitiva de 17 prefeitos para Brasília, para um encontro com o presidente Michel Temer foi um fato normal, que qualquer prefeito iria para um encontro com o presidente da República. Mádison fez questão de afirmar que João Henrique é um candidato que só tem 1% nas intenções de votos.

O presidente da Assembleia Legislativa do Piauí Themístocles Filho também não deixou barato e afirmou que todos têm o direito de colocar o nome a disposição do PMDB (para uma candidatura própria ao Governo), mas devem ter voto para viabilizar este projeto. Fazendo uma referência ao fraco desempenho eleitoral de João Henrique.

O clima pesou dentro do PMDB. Se realmente a executiva nacional proibir a coligação com o PT, aqui no Piauí o Partido vai entrar em uma guerra interna. Porque a vontade de João Henrique vai atrapalhar os planos dos deputados estaduais (a exceção de Juliana Moares Souza) que estão pendurados no Governo e contam com máquina para a eleição do ano que vem.

A crise de hoje é o resultado do comportamento do PMDB nas últimas décadas. A sigla deixou de ter um projeto de partido e de poder, para ter vários projetos individuais. O maior neste momento é o projeto  de Themístocles Filho que quer ser o vice-governador de Wellington Dias.  Projeto este que tem como principal obstáculo, o projeto individual de João Henrique, que trabalha a viabilidade de sua candidatura ao Governo. O futuro do PMDB em 2018 está em projetos individuais, por isso o partido passa por mais uma grave crise interna .

Anúncios

Um comentário em “Fim do casamento ou começo de uma guerra?

  1. Este indivíduo Joao Madson é um crápula, é um vagabundo, e o mesmo que no governo do Mão Santa foi o maior corrupto da época, não tinha nada, hoje é um milionário, não temos MPE que investigue porque este indivíduo já deveria está na cadeia.

    Curtir

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s