Olha só o Plamta – o Plano de Assistência a Saúde dando dor de cabeça ao usuário. Mais uma vez o governo apronta não paga seus fornecedores – no casos os hospitais – e quem vai pagar  o pato é o servidor público que tem o plano de saúde.

A informação foi tornada publica pelo advogado Joaquim Almeida – Diretor do Hospital São Marcos. Ele divulgou por meio de suas redes sociais que os estabelecimentos de saúde neste caso os hospitais de Teresina estão se descredenciando do Plamta em bloco. Ou seja mais uma vez o  Governo do Estado não cumpriu o que acordou com os representantes dos hospitais. Para se ter uma ideia em 2017 os estabelecimentos de saúde suspenderam  o atendimento por causa deste problema, agora a ação é mais graves os  hospitais vão se descredenciar por causa bloco.

O grave é que o dinheiro para pagar o Planta sai do bolso do servidor publico, ele todo mês paga, seja por meio das contribuições mensais ou das contrapartidas. Enquanto o governador está com a cabeça virada para as eleições, acontece este fato lamentável com o Plano de Saúde dos Servidores Públicos do Estado do Piauí passando por outra crise por falta de pagamento.

Só para sentir o tamanho do problema o Plamta e o Iaspi Saúde têm cerca de 200 mil usuários e a maioria se utiliza de serviços prestados em Teresina. O Plamta tem mais usuários que dois dos maiores planos médicos privados do Piauí, a Unimed Teresina e o Humana Saúde.

Não é a primeira vez que isso acontece. Está na prestação de Contas de Wellington Dias para o ano de 2017 que será julgada pelo Tribunal de Contas do Estado.   O Governo do Estado tinha um débito de R$ 200 milhões com empréstimos consignados, onde o Governo fazia o desconto nos contracheques dos servidores e não fazia o pagamento aos Bancos. Isso gerou problemas para o servidores e para o Governo do Estado.

Tribunal de Contas do Estado informou que os dados dessa irregularidade no pagamento de empréstimo consignado consta na prestação de contas de 2017  e isso é considerado uma irregularidade grave, por ser  apropriação indébita já que os recursos foram descontados da folha de pagamento dos servidores e não foram pagos no tempo certo.

Wellington Dias deve ser responsabilizado por isso assim como também ele deverá ser responsabilizado pelo atraso no pagamento da clínicas e hospitais com as contribuições  do Plamta e do Iaspi, já que o servidor paga e é recolhido para  o estado – por meio de desconto no pagamento – que por sua vez  não paga em tempo hábil o fornecedor dos serviços, isso (assim como o caso dos empréstimos) também corresponde a apropriação indébita.

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