No último texto fiz uma pergunta se o governador Wellington estaria disposto a pagar pelo escolha de Themístocles Filho, para compor a chapa governista no cargo de vice-governador. Na verdade, o governador deve ter  consciência do “peso” Themístocles Filho traz para a chapa, se o nome for confirmado. Mas o que foi feito em relação aos Progressistas, apenas o cumprimento do acerto politico fechado há alguns meses.

Não adianta falar hoje que o governador Wellington Dias traiu Margarete Coelho isso nunca aconteceu. Para ser correto na análise, a ideia de composição sempre foi muito clara. Onde o primeiro compromisso feito pela base governista para a eleição de 2018 foi em torno dos nomes dos majoritários onde Wellington Dias – PT e Ciro Nogueira – Progressistas.

Os dois seriam candidatos a reeleição  e naquele momento foi confirmadas a aliança feita entro o Progressistas e o PT ainda em 2014. Outro ponto o acordo entre Wellington Dias e Ciro Nogueira foi pensado para também segurar a base eleitoral e ameaçava desgarrar depois das eleições municipais de 2016. Ou seja não nada de mais  com que aconteceu com os Progressistas.

Todo o problema é que os progressistas queriam mais espaço na composição da chapa em 2018, assim como o próprio PT e nada de errado sobre isso. A questão da permanência do nome de Margarete Coelho também foi natural, por causa do seu trabalho com vice e a partir daí começaram as comparações de viabilidade eleitoral com Themístocles Filho no momento que o MDB disse o que  ele será o candidato a vice aí começaram as resistências a indicação do MDB.

A pergunta do post anterior ainda vale: se o governador Wellington estaria disposto a pagar pelo desgaste que pode sofre  pela escolha de Themístocles Filho.  Porque a questão na base do Governo está teoricamente pacificada o vice será do MDB. Mas  o nome ainda não foi oficializado e é isso que está gerando toda a discussão,  no caso de Themístocles Filho. O Wellington deve analisar é se vale a pena fazer esta composição  com o nome de Themístocles Filho, que até não foi anunciado formalmente. Porque dentro do MDB e fora dele começa um movimento para que o vice seja Marcelo Castro. O nome é uma escolha do MDB, mas o governador é quem vai dar a palavra final.

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